Estamos doentes,

estado febril permanente,

num mundo hostil e decadente.

Abraçar o planeta,

sentir a pulsação da vida gritando em uivos desiludidos

de tamanhas crueldades.

Que seres nos transformamos?

Qual será o retorno disso tudo?

Não há mais respeito,

tudo é vendido a baixo preço como um perfume barato.

Tem um filha da puta que me liga quase todos os dias

dizendo ser do provedor Terra,

desrespeitando a mim e a minha família,

com terrorismos de ligações sequênciais e cruéis.

Só desejei até hoje amor entre as pessoas...

Estou farta de tantos pesadelos acordados,

onde a paisagem muda de cor diante dos olhos.

Seres? humanos?

Palavras bonitas na tv, onde o show de horror passa

constantemente à nossa frente.

Nos adaptamos à isso e parece que tudo é natural.

Mas, qual é mesmo o natural do homem?

Perdemo-nos.

Existe um muro na frente de cada rosto,

que nada mais reflete do que um brilho fosco.

Tanta gente pelas ruas...

ninguém se olha,

ninguém se abaixa para saber pq. o outro chora...

Esta é a flor sem cor,

no cheiro ardor,

de dor em dor,

sem pétalas de amor.

 

Flor sem cor,

no cheiro ardor,

de dor em dor,

sem pétalas de amor.

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